21 abril, 2014
19 abril, 2014
09 abril, 2014
"DESMONTAGEM" - RAONI GONDIM
PERCOGRAFIAS: INSCRITOS IMAGINÁRIOS foi a primeira exposição do mestrando Raoni Gondim, na Galeria Cañizares da Escola de Belas Artes, Universidade Federal da Bahia.
Aberta ao público no dia 10 de março de 2014, com atividades artísticas durante o período de uma semana, no próprio espaço expositivo, essa mostra resultou em mais três exposições.
As duas últimas exposições foram desdobramentos da primeira, em um processo desconstrutivo e, ao mesmo tempo, de esvaziamento, ou seja, retirada de alguns objetos, dando lugar à luz, lâmpadas com fios de eletricidade, gambiarras e fardo de algodão.
Em Desmontagem, que encerrou no dia 10 de abril de 2014, o espaço concentrou-se apenas em uma das três salas da galeria.
Em todas as três exposições, no período de um mês, o artista produziu uma série de fotografias e videos, que funcionam não apenas como registro das obras, mas também como objetos, fotografia.
29 março, 2014
26 março, 2014
20 março, 2014
12 março, 2014
RAONI GONDIM - "P e r c o g r a f i a s, i n s c r i t o s i m a g i n á r i o s"
TEXTO CURATORIAL DA EXPOSIÇÃO
P e r c o g r a f i a s,
i n s c r i t o s
i m a g i n á r i o s
R a o n i G o n d i m
“Quando se evaporou a camada de orvalho que caíra,
apareceu na superfície do deserto uma coisa miúda, granulosa, fina como uma
geada sobre a terra. Tendo visto isso, os israelitas disseram entre si: “que é
isso? “.Pois não sabiam o que era. Disse-lhes Moisés: “Isso é o Pão que Iahweh
vos deu para vosso alimento. [...] Cada um colha dele quanto baste para comer,
um gomor por pessoa [...]“ E os israelitas assim o fizeram; e apanharam uns
mais, outros menos. Quando mediram um gomor, nem aquele que tinha colhido menos
encontrou menos: cada um tinha recolhido o quanto podia comer. Moisés
disse-lhes: “Ninguém guarde para a manhã seguinte”. Mas eles não deram ouvidos
a Moisés, e alguns guardaram para o dia seguinte; porem deu vermes e cheirava
mal. [...] A casa de Israel deu-lhe o nome de maná. Era [...] [de] sabor como
bolo de mel. Disse Moisés: “Eis o que Iahweh ordenou: Dele enchereis um gomor e
o guardareis para para as vossas gerações, para que vejam o pão com que vos
alimentei no deserto [...] Arão o colocou diante do testemunho para ser
conservado”. Êxodo, cap. 16
Depois de ler essa passagem, parei e pensei como o
maná era parecido com a arte contemporânea: não apenas por ser um enviado de
Deus [Iahweh], ou por ser um alimento do deserto, ou por ninguém conseguir
compreendê-lo bem – pois “não sabiam o que era”.
Nem mesmo porque uma parte dele foi imediatamente
posta num museu – “e o guardareis para as vossas gerações; tampouco porque o
seu gosto permaneceu um mistério, uma vez que a frase aqui traduzida como
“sabor como bolo de mel” é na realidade uma suposição; essa palavra hebraica
não ocorre em nenhum outro lugar na literatura antiga e ninguém sabe o que ela
realmente significa. Daí a lenda de que maná tinha o sabor que cada um
desejava; embora viesse de fora, seu sabor na boca era invenção de quem o
provasse.
Mas o que decidiu a analogia com a arte moderna, para
mim, foi esta Ordem: colher do maná todos os dias, de acordo com o que for
comer, e não para conservá-lo como uma garantia ou investimento para o futuro,
fazendo da colheita de cada dia um ato de fé. Leo Steinberg. 2008:16
O CAMINHAR COMO ARTE: DA EXPERIÊNCIA AO OBJETO
O Caminhar como Arte é uma ação que celebra a vida, a
imprevisibilidade, a liberdade e a tudo que não tem um tempo determinado. Ao
Percorrer um território, o artista abre mão das suas certezas para acatar o
acaso.Percursos suscetíveis a tudo que é livre e "novo".
Dos trajetos realizados por Raoni, pouco sabemos,
pois se trata de uma experiência individual que não pode ser compartilhada. É
uma sucessão de qualidades de sentimento; Um vir a ser contínuo.
Assim esta exposição mostra um conjunto de obras de
outro tempo. Não se trata de ilustrações do seu caminhar, mas do que transborda
dessa experiência e do que tangencia a fantasia e a fantasmagoria.
Por ser uma experiência que acontece no instante
presente, como o artista poderia parar o tempo e conduzir o vento, a brisa, o
som das águas? O esplendor do amanhecer e do anoitecer? O som [silêncio] das
cidades e da natureza? O orvalho? O canto dos pássaros? Nessas ações, entre o
movimento e o repouso, arte e vida se encontram em seu cotidiano.
Aqui, nessa Percografia do entre, não se distinguem
os territórios terrestres dos territórios espirituais. E é através dessas
experiências que o artista alimenta o seu processo criativo.
Maria Celeste de Almeida Wanner - março de 2014
08 março, 2014
PERCOGRAFIAS, INSCRITOS IMAGINÁRIOS - RAONI GONDIM
Ato ou efeito de convergir, destinar-se aos
elementais. Ir de encontro / Encontrar se a caminho. Errar. Se
perder. Narrativas imaginárias, inscrições territoriais. Registros.
Um processo onde o respeito pelo espaço se torna
latência poética.
Do respeito, penso se existe uma fórmula ou conceito…
Qualquer coisa que habita a presença:
Aquele/aquilo que está presente se aplica sobre a
leitura daquilo/daquele que presencia.
Experiência pura! Nem tão distante ou
próximo equânime na condição de Ser que se ocupa… E coexiste.
Exposição/atelier proposta por Raoni Gondim como
parte dos resultados em pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (EBA -
UFBA),
na linha de pesquisa: Processos de Criação Artística.
Orientação: Maria Celeste de Almeida Wanner.
Diálogos curatoriais:
Maria Celeste de Almeida Wanner, Raoni Gondim,
Tarcisio Almeida
Apoio:
Criativos Dissonantes, Galeria Cañizares, Capes,
PPGAV/ EBA, UFBA.
***
Abertura: 10 de Março, 17:30
Encerramento: 22 de Março
Visitação: Segunda a Sexta de 8 às 17h. Sábados, 10h
às 16h.
Exposição/atelier:
-Ciclo de Talks: 13 a 15 de Março de 15 às 17h
-Visita guiada: Por agendamento de grupos. Tempo de
duração; 2 horas.
-labs: 18, 19 e 20 de março14h às 18h via inscrição.
17 dezembro, 2013
“A ARTE DIZ O INDIZÍVEL; EXPRIME O INEXPRIMÍVEL, TRADUZ O INTRADUZÍVEL”. LEONARDO DA VINCI
BOAS FESTAS E MUITAS FELICIDADES EM 2014
BOAS FESTAS E MUITAS FELICIDADES EM 2014
11 dezembro, 2013
15º INTERNATIONAL MEETINGS ON PRAGMATISM - 15º ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE PRAGMATISMO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PUC/SP
Novembro 4 - 7, 2013
WANNER, Maria Celeste de Almeida [UFBA/CNPq]
ORNELLAS, Valter
Luis Dantas
SILVA, Genilson Conceição — Universidade Federal da Bahia —
UFBA (Brasil)
O OBJETO NÃO PODE COMPETIR COM A EXPERIÊNCIA [AN OBJECT CANNOT
COMPETE WITH AN EXPERIENCE]
RESUMO
Este artigo apresenta uma prática em artes visuais [O
Caminhar Como Arte] que explora o tema do caminho, como uma experiência, que
surgiu no final da década de 1960. Para abordar este assunto, esta comunicação tem como objetivo fornecer análises sobre a prática do artista inglês Hamish
Fulton (1946), baseando-se na filosofia de Charles Peirce e John Dewey.
22º Encontro Nacional da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP - Belém-PA - 04 a 09/10/2013
ERIEL
DE ARAÚJO SANTOS
“Refletir
na Terra”
REFLEXOS
DE SI: RESULTANTES DE UMA IMAGEM EM TRANSFORMAÇÃO
Fotografia em vinil transparente sobre espelho, sobre
madeira. Dimensão variável. Intervenção urbano-rural. Jesus Pobre – Valencia – Espanha.
“¿NATURALEZA, QUE QUIERES?”
Maria Celeste de Almeida
Wanner - CNPq
e
Valter Luis Dantas Ornellas - Doutorando no Programa de
Doutorado em Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento - UFBA
Casa Três Pátios - Residência Artística - Medellin, Colômbia
Instalação (2010), tubos de ensaio de vidro, àgua, terra, sementes de girassol, germinação, luz led azul.
RENATA VOSS CHAGAS – Doutoranda – Programa em Artes Visuais – UFBA
- Universidade Federal da Bahia
MEMÓRIAS (RE)VELADAS: O CINE PLAZA E O MOVIMENTO DA
IMAGEM NO EVENTO “INSTANTE IMPRECISO”
SANDRA REY - Instituto de Artes - UFRGS/CNPq
"JARDIM DAS DELÍCIAS" - 2012
Fotografia- Montagem
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